sexta-feira, 2 de abril de 2010


Acordo novamente sozinha. Partiste há duas semanas e ainda não sou capaz de acordar e não chorar a tua partida. Falta-me o teu cheiro, o calor do teu corpo, o som de tua voz. . . Falta-me tudo o que vivemos. Faltas-me tu!
O atendedor de chamadas dá um bip. Quem me dera seres tu. Carrego para ouvir a mensagem e ele nasce. O sorriso torna a nascer. Ouço a tua voz e tudo á minha volta brilha.
No entanto a única coisa que me dizes é: “Não te esqueças de mim. Eu também não te esquecerei. Não esperes, eu não voltarei.”
A tristeza volta a percorrer o meu corpo e deito-me. Já não há mais nada a fazer. . .

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