
Confusão, confusão, confusão. Ideias que entram, ideias que saem, ideias que baralham a minha mente. Sentimentos, sentimentos, sentimentos. Sentimentos que ficam, sentimentos que vão, sentimentos que nascem. Tudo muda, no entanto, eu morri! Morri quando o meu coração parou, gelou a partir do momento em que entraste nele e me impediste de voltar a amar. Apenas meu cérebro trabalha e diz que tenho de agir. Que te tenho de arrancar a todo o custo do lugar que ocupaste e no qual te instalaste. Que tenho de lutar contra o gelo que envolve meu coração. Que tenho de fazer com que o fogo de um novo amor o descongele e me deixe voltar a amar. Mas as minhas forças começam a escassear. O meu coração já não bombeia o sangue com força suficiente e quando caio, as forças para me levantar são cada vez menores e custa. Custa tanto.
Meu cérebro confunde-me. Diz-me um nome, diz-me outro, outro, outro e mais outro. As minhas ideias não se organizam e todo o meu corpo está a começar a falhar. O único órgão do meu corpo no qual podia confiar está-me a desiludir. Já nada faz sentido. É Inverno ou Primavera? É dia ou noite? Tudo está baralhado. Tudo está uma confusão!
Confusão, confusão, confusão…
Quando vai acabar? Preciso que tudo pare de mudar!