quarta-feira, 21 de abril de 2010


Finalmente a nuvem negra desapareceu! O Sol voltou a brilhar sobre mim e a iluminar minha face como nunca antes tinha acontecido. Finalmente, a FELICIDADE chegou! ;D

sábado, 10 de abril de 2010

Desilusões...


Desilusões, sofrimento, dor, angústia, tristeza… Tudo preenche meu corpo imóvel. Tudo vai ao fundo do meu ser de uma maneira tal que me paralisa. Apenas meus olhos trabalham. Deles brotam lágrimas. Lágrimas que não secam. Lágrimas que ao escorrerem aleijam ainda mais o meu ser. Lágrimas que fazem com que a alma me doa. Alma essa que por momentos pensei já não existir, pelos visto existe. E dói, dói imenso! Dói de tal maneira, que apetece adormecer. Adormecer e nunca mas nunca mais acordar. Mas sei que não dá, adormecer só vai fazer com que sonhe contigo e volte a acordar chorando novamente. Adormecer só vai fazer com que lembre tudo o que passamos, todas as desilusões que sofri. Adormecer só vai fazer com que chore ainda mais. Adormecer vai fazer com que minha alma rasteje pelo chão imundo e volte a cair aos teus pés. Não quero! Isso, eu não quero! Prefiro chorar vezes sem conta que voltar a correr para os teus braços. Prefiro morrer a voltar a cair na escuridão. Prefiro sofrer!
Meus olhos param finalmente de chorar e meus lábios acabam por se abrir. Ainda cá estas mas um raio de sol iluminou, finalmente, minha face.

segunda-feira, 5 de abril de 2010


Confusão, confusão, confusão. Ideias que entram, ideias que saem, ideias que baralham a minha mente. Sentimentos, sentimentos, sentimentos. Sentimentos que ficam, sentimentos que vão, sentimentos que nascem. Tudo muda, no entanto, eu morri! Morri quando o meu coração parou, gelou a partir do momento em que entraste nele e me impediste de voltar a amar. Apenas meu cérebro trabalha e diz que tenho de agir. Que te tenho de arrancar a todo o custo do lugar que ocupaste e no qual te instalaste. Que tenho de lutar contra o gelo que envolve meu coração. Que tenho de fazer com que o fogo de um novo amor o descongele e me deixe voltar a amar. Mas as minhas forças começam a escassear. O meu coração já não bombeia o sangue com força suficiente e quando caio, as forças para me levantar são cada vez menores e custa. Custa tanto.
Meu cérebro confunde-me. Diz-me um nome, diz-me outro, outro, outro e mais outro. As minhas ideias não se organizam e todo o meu corpo está a começar a falhar. O único órgão do meu corpo no qual podia confiar está-me a desiludir. Já nada faz sentido. É Inverno ou Primavera? É dia ou noite? Tudo está baralhado. Tudo está uma confusão!
Confusão, confusão, confusão…
Quando vai acabar? Preciso que tudo pare de mudar!

Voltaste.



Voltaste. Voltaste a assombrar-me de desejo. Não quero sentir isto, não quero! Sai, volta para onde vieste. Sai de dentro do meu corpo, do meu coração. Sai, deixa-me! Por mais que tente tirar-te, arrancar-te de mim. Por mais que tente esquecer tudo o que se passou. Por mais que tente esquecer-te a ti, tu voltas. Voltas e assombras a minha vida. Cobres o meu sol de nuvens grandes e cinzentas cheias de água. Cobres as minhas estrelas brilhantes e dás-me a luz dos trovões. Fazes com que tudo desabe. A água da chuva é tão grossa e pesada que faz com que caía por terra e não me consiga voltar a levantar. Perco todas as minhas forças. Quando finalmente ganho um pouco de força e levanto um braço lá tas tu. Repleto de prazer por me ver sofrer. Repleto de orgulho pelo que fizeste. E voltas a fazer-me cair. Voltas a fazer com que nenhum raio de sol trespasse uma única nuvem e me ilumine. As trevas, a solidão, o silêncio, a tristeza, a monotonia apoderam-se de mim e devoram-me como se não houvesse amanhã. Sofro em silêncio. Tento chamar mas as palavras não me saem, ficam presas na minha boca como se ela fosse uma porta trancada da qual não se sabe da chave. Tudo morre á minha volta eu própria morro. Mas acredita… Voltarei a renascer!

domingo, 4 de abril de 2010

" Se o facto de te amar é considerado crime, então eu estou pronta para ser condenada"

sábado, 3 de abril de 2010

Ingenuidade. . .


Era tão ingénua. . .
- Quando acreditava que todas as palavras que dizias eram verdade;
- Quando acreditava que todos os abraços e beijos eram dados com sentimento;
- Quando acreditava que o nosso amor iria ser para sempre. . .

Era tão ingénua. . .
Acreditava nisso com tanta certeza como é certo que as folhas caiam das árvores no Outono!
Acreditava nisso com todas as minhas forças e não queria desacreditar pois isso fazia-me VIVER tudo com uma intensidade tal que nunca mas nunca quereria que acabasse!

Era tão ingénua. . .

sexta-feira, 2 de abril de 2010


Sinto-te ainda cá dentro como se nunca tivesses saído do meu sangue!


Acordo novamente sozinha. Partiste há duas semanas e ainda não sou capaz de acordar e não chorar a tua partida. Falta-me o teu cheiro, o calor do teu corpo, o som de tua voz. . . Falta-me tudo o que vivemos. Faltas-me tu!
O atendedor de chamadas dá um bip. Quem me dera seres tu. Carrego para ouvir a mensagem e ele nasce. O sorriso torna a nascer. Ouço a tua voz e tudo á minha volta brilha.
No entanto a única coisa que me dizes é: “Não te esqueças de mim. Eu também não te esquecerei. Não esperes, eu não voltarei.”
A tristeza volta a percorrer o meu corpo e deito-me. Já não há mais nada a fazer. . .

Never Forget Me




NEVER FORGET ME.
" Nunca me esqueças, pois quem sabe, se um dia, não serás tu a procurar o cheiro do meu cabelo que tanto gostavas de sentir na tua almofada. . ."